Antes, os piores inimigos dos "ravers" eram a lama e as estradas esburacadas. Agora, quando as festas são populares, e marcas de cerveja e de desodorante lucram com eventos eletrônicos, alguns Estados resolveram que as raves são perigosas e não podem mais acontecer.
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A onda também atingiu o Rio de Janeiro, onde não acontecem raves desde junho. O motivo foi uma apreensão de drogas, como ecstasy e maconha, durante uma operação da polícia em uma festa em Niterói.
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No entanto, em março, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão de Santa Catarina redigiu uma comunicação interna para conter a "escalada da violência", cujo quinto item proíbe a "realização de festas reaves (sic) [com música eletrônica]". O texto não fala sobre grandes shows de forró, de rock ou de MPB, apesar de o delegado-chefe da Polícia Civil, Dirceu Augusto Silveira Júnior, negar qualquer tipo de preconceito. "Várias ocorrências levaram ao veto das festas, independentemente do tipo de música", explica.
Segundo Silveira Júnior, a proibição é para os eventos com longas horas de duração, em local inadequado e que apresentem riscos aos frequentadores.
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Faltam organização e argumentos.
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